Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Curso sobre Defesa Pessoal e Gestão do Stress ensina pessoas com mais de 55 anos a reagir em caso de assalto. A iniciativa, que teve lugar no Pavilhão Municipal de Estarreja, contou com a presença de 19 pessoas. Aos 80 anos, Celeste Silva tem noção que os idosos são "uma faixa etária muito vulnerável aos assaltos". Como tal, decidiu participar no Curso sobre Defesa Pessoal e Gestão do Stress para pessoas com mais de 55 anos, pela Câmara Municipal de Estarreja. No total, participaram 19 seniores, com idades compreendidas entre os 55 e os 89 anos, neste curso dividido em duas partes: uma introdução teórica às artes marciais e a parte prática, em que foram simuladas situações de stress, em que os idosos aprenderam a defender-se.

Maria do Carmo, 63 anos, presenciou um roubo por esticão, pelo que decidiu aprender a defender-se, a reagir sem entrar em pânico. "Estou admirada porque há muitas técnicas simples e fáceis de aplicar", diz com satisfação. "Esta é a faixa etária que mais sofre neste tipo de situações. O objectivo do curso é a aquisição de técnicas pró-activas e reactivas, gestos fáceis e básicos que podem ser memorizados e aperfeiçoados no dia-a-dia para conseguir agir, fugir e pedir ajuda", sublinhou o instrutor César Hallak. (In JN)

publicado por j.gouveia às 20:16


Números do Eurostat compilados pelo Institute for Family Policies (IPF), um dos consultores especiais do Conselho Económico e Social das Nações Unidas, mostram que, na União Europeia a 15 países, «Portugal ocupa o penúltimo lugar na transferência de verbas para as famílias: 1,2% do produto interno bruto (PIB)». No conjunto dos  países da União pré-alargamento a Leste, «só Espanha fica atrás de Portugal com menos de 1% do produto direccionado para o apoio às famílias», refere a mesma fonte. A performance nacional «não melhora mesmo no quadro da União Europeia a 27», com Portugal a ficar bem abaixo da média europeia (2,1% do PIB).

Os números constam do relatório "Evolução da Família na Europa em 2009", e estão em linha com os valores apresentados pelo Conselho da Europa no estudo "Políticas de Família nos Estados-Membros do Conselho da Europa." Dinamarca, Luxemburgo e Alemanha lideram os apoios àquela que muitos vêm como a "célula estrutural da sociedade", distribuindo mais de 3% do PIB às famílias.

publicado por j.gouveia às 10:57


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