A Academia Sénior do Funchal (Santa Maria Maior) celebra, pela quarto ano consecutivo, a festa do magusto, que este ano se realiza a 11.11.11., uma sexta-feira, com início pelas 12 horas. A tradição mantém-se com castanha assada e cozida, bacalhau no forno, churrasco, batata, verduras e o “pão e vinho” da taberna de S. Martinho. Diz a tradição que o magusto é uma festa popular de origem pagã, associada à lenda que precede ao verão de S. Martinho. Professores e alunos da Academia deixam as salas de aula para darem o seu melhor na confecção de um magusto que já foi baptizado como um dos melhores da região e do país. “O magusto academista / tem muito que se lhe diga / assume todos os sabores / ao som de genuínas cantigas”. O magusto academista é confeccionado por professores, alunos e a reitoria, "todos dão o seu melhor / para um magusto maior".

Bacalhau, castanhas, verduras, churrasco, doces e... o vinho novo de S.Martinho.
Hortênsia Gardens foi auditório para a aula de inglês, nesta quinta-feira, 20 de Outubro de 2011, entre as 14 e 17 horas. Cerca de três dezenas de alunos da Academia Sénior tiveram o privilégio de falar na língua de William Shakespeare, sob a direcção da Prof.ª Emília Homem Costa. Por entre jardins, arvoredo, plantas exóticas, relvados, flores, tanque com peixes coloridos, burburinho da água imparável na levada dos Tornos, os academistas viveram uma tarde preenchida por diálogos sempre apetecidos, sempre reveladores, que só os seniores sabem expressar. O casal Goretti e Ricardo, ela também aluna academista, fizeram do Hortênsia Gardens um lugar público (das 9 às 17 horas) para tomar chá, saborear bolos e doces caseiros, sandes e outros produtos genuínos, num espaço acolhedor e de forte energia ambiental. Beautifully… thank you!
Academistas no Hortênsia Gardens com a docente de inglês, Dr.ª Emília Homem da Costa.
Os complementos vitamínicos são inúteis para a maioria das pessoas e alguns podem mesmo acarretar risco de vida para mulheres mais velhas. Os complementos de ferro figuram entre os que mais preocupam os investigadores, enquanto os de cálcio parecem estar ligados a uma redução do risco de mortalidade refere o estudo dos Archives of Internal Medecine, uma publicação da Associação Médica Americana. "Descobrimos que diversos complementos vitaminados ou minerais frequentemente utilizados, como os produtos multivitaminados, as vitaminas B6, ácido fólico, ferro, magnésio, zinco e cobre, estão relacionados com riscos mais elevados de mortalidade", dizem os autores. As conclusões foram obtidas por uma investigação realizada no Estado de Iowa, no centro dos Estados Unidos, incluindo questionários preenchidos por 38.772 mulheres com uma idade média de 62 anos. Depois de consumirem complementos vitamínicos em 1986, 1997 e 2004, a taxa de mortalidade passou de 66 por cento em 1986 para 85 por cento em 2004.
Os complementos vitamínicos não só são inúteis como podem ser perigosos.
Atendendo ao facto da aprendizagem constituir uma componente essencial ao envelhecimento activo e saudável, a RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira idade, Instituição de Utilidade Pública) em conjunto com UNISLA (Instituto Superior de Línguas e Administração) decidiu criar a primeira Pós-graduação em Cidadania Activa, para seniores, em Portugal. A pós-graduação tem como objectivos principais:
- A promoção de uma participação e cidadania mais activa por parte da população sénior.
- A transmissão e partilha dos conhecimentos.
- O reconhecimento dos saberes e experiência adquiridos.
- Estimular a formação ao longo da vida.
- A certificação académica dos estudos realizados
Mais informações em www.rutis.pt
Faz hoje doze anos que faleceu Amália Rodrigues, no início da manhã de 1999, aos 79 anos de idade. O governo decretou três dias de luto nacional. Amália foi fadista, cantora e actriz, considerada como o expoente máximo do fado, uma das mais brilhantes cantoras do mundo no século XX. O seu corpo encontra-se no Panteão Nacional, em Lisboa. Com a sua voz ajudou em muito a expandir a cultura e a língua portuguesas no mundo, tendo actuado nos mais famosos palcos internacionais desde Roma e Nova Iorque, Londres a Tóquio, Paris à Moscovo, de Madrid a Amesterdão, entre muitos outros palcos só ao alcance dos mais famosos talentos. Amália, para sempre… uma voz inesquecível.
Click aqui: http://www.youtube.com/watch?v=zBOPjU6kv
Se fosse viva, Amália fazia hoje 91 anos. Embaixadora de Portugal no mundo.
Há dois tipos de pessoas: As que fazem as coisas, e as que dizem que fizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição. (Indira Ghandi)
No dia 5 de Outubro (quarta-feira), o Palácio de São Lourenço e jardins estarão abertos ao público em geral, realizando-se duas visitas com início às 11H00 e 15H00 (entrada livre). Os visitantes receberão um texto e materiais diversos alusivos à efeméride. Esta iniciativa insere-se na comemoração do 101º aniversário da Implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

Por esta sala passaram as mais altas figuras da monarquia e da repúplica portuguesas. O interior palaciano é majestoso.
Na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910 eclodiu em Lisboa um movimento revolucionário que culminaria com a proclamação da República e a queda da Monarquia. O rei D. Manuel II, que nessa noite oferecera um banquete em honra do Presidente da República do Brasil (Dr. Afonso Pena), no Palácio das Necessidades, foi surpreendido pelo inesperado acontecimento. Enquanto o ilustre visitante, assustado com o tiroteio, corria a refugiar-se no seu navio São Paulo, o rei permaneceu no palácio, procurando entrar em contacto com o seu Governo. Foi então que soube que diversos regimentos, entre os quais o de Artilharia 1, tinham aderido já ao movimento. Dois anos antes, mais precisamente a 1 de Fevereiro de 1908, no Terreiro do Paço, em Lisboa, no regresso de uma viagem a Vila Viçosa, o Rei D. Carlos I - O Diplomata - e o Príncipe Herdeiro D. Luís Filipe, são assassinados com tiros de pistola. D. Manuel II, com 21 anos de idade, assume o poder, tornando-se como o 34.º e último rei de Portugal (1908 – 1910).
NB: O rei D. Carlos I esteve na Madeira, durante alguns dias, em Junho de 1901.

Rei D. Carlos, ao centro, no átrio da Sé do Funchal, em Junho de 1901.